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HISTÓRIA

O projeto surge essencialmente como iniciativa de resposta a um dos obstáculos identificados no diagnóstico realizado: a falta de predisposição das pessoas com deficiência para o emprego. Ao longo do processo de entrevistas conduzido pelo ICF (Inclusive Community Forum), foram sendo referidos vários fatores que podiam estar na origem da falta de predisposição de algumas pessoas com deficiência para trabalhar. Entre eles encontram-se a falta de motivação, a falta de formação e aconselhamento profissional adequado e a falta de informação sobre incentivos e benefícios. 

Assim, o projeto-piloto do Peer2Peer foi desenvolvido em 2018, pelo ICF, na Nova School of Business and Economics. Após o sucesso desta 1ª edição, dois alunos participantes foram convidados pelo ICF a desenvolver a 2ª edição do Peer2Peer enquando Project Managers, em conjunto com a respetiva equipa de Carreiras. Desde então, é nas mãos dos alunos universitários que cada edição é posta em prática – em colaboração com as equipas de Carreiras de cada, instituição de ensino superior.

Os Primeiros Passos
Criação da Equipa Nacional

Em 2022, o Peer2Peer desenvolveu a primeira edição fora da Nova SBE, e tem vindo a ser replicado e escalado para outras instituições de Ensino Superior, na zona de Lisboa, estando presente em várias Instituições de Ensino Superior.​ Para acompanhar este crescimento, a coordenação operacional do Peer2Peer foi entregue aos alunos, tendo sido criada a primeira estrutura nacional de suporte ao projeto, com acompanhamento estratégico do ICF. Ao dia de hoje, a esta equipa é composta por:​

Coordenadores Nacionais

Responsáveis pelo acompanhamento das diferentes pastas e edições, assim como pelo planeamento estratégico e expansão do projeto.

Comunicação

Responsáveis pela divulgação
e imagem do projeto.

Relações Externas

Responsáveis pelos contactos com as Organizações Sociais e com as Empresas.

Project Managers

Dois alunos responsáveis pela implementação do projeto na sua Instituição de Ensino Superior.

Replicação e Expansão

O Peer2Peer tem como objetivo de sucesso a replicação anual de cada edição do Peer2Peer nas Instituições de Ensino Superior (IES), bem como a escala para novas IES e novas áreas do país. Para que tal seja possível, o Peer2Peer conta com o apoio de financiamentos muito relevantes para a sustentabilidade do projeto. 

Parcerias para a Inovação Social

Portugal 2030

 

Financiamento para a expansão do Peer2Peer no Norte de Portugal, entre 2025 e 2027.

Uma parceria entre a Nova SBE – Fundação Universidade Nova de Lisboa e a Universidade Católica Portuguesa no Porto (UCP-P), através do financiamento do programa Parcerias para a Inovação Social, da estrutura de missão Portugal Inovação Social 2030, e do apoio dos investidores sociais da Fundação Amélia de Mello e da Associação São Bartolomeu dos Alemães em Lisboa. 

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Programa Jovens Agentes de Esperança
Fundação Jornada

 

Financiamento para a expansão do Peer2Peer no Centro e Sul
de Portugal, no ano de 2026/2027.

Um financiamento que irá permitir a sustentabilidade do que foi construído até ao dia de hoje, consolidar a estrutura nacional de coordenação do Peer2Peer, desenvolver um modelo de sustentabilidade financeira do Peer2Peer, e expandir o Peer2Peer para novas instituições de ensino superior fora da Área Metropolitana de Lisboa.

2018
2019
2020
2022
2023
2024
2025
2026
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Nova SBE

 
Nova SBE
2 alunos

 
Nova SBE
ICF

 
Nova SBE
Nova SOL
Nova MS

FLUP
Nova SBE
Nova SOL
Nova MS
FPUL


 
Nova SBE
Nova SOL
Nova MS
FPUL

FMH

 
Nova SBE
Nova SOL
Nova MS
FPUL
FMH

FDUCP
ISPA
ESSA
UCP Porto


Expansão para o Norte!

 
Nova SBE
Nova SOL
Nova MS
FPUL
FMH

FDUCP
UCP Porto

Nova FCSH
Egas Moniz
IPVC




 
IMPACTO

Os principais objetivos do Peer2Peer, e o impacto que temos vindo a confirmar ao longo dos anos do projeto:

​Maior autoconhecimento e preparação das pessoas com deficiência e dos alunos universitários para o mercado de trabalho; 

Maior motivação e predisposição das pessoas com deficiência para o mercado de trabalho; 

Mudança de paradigma das gerações mais novas – os “líderes de amanhã” – para uma comunidade mais inclusiva. 

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